5 out, 2017
por Daniel Geraldes
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61% dos tutores consideram o pet como membro da família, diz pesquisa

Animais de estimação são parte da família para a maioria dos brasileiros, que gastam, em média R$ 189 por mês com os pets. Alimentação de qualidade e conforto são preocupações, e muitos compram além do básico para mimar e satisfazer o bichinho.

Isso é o que mostra uma pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), feita em todas as capitais com internautas que têm ou são responsáveis financeiros por algum animal.

Conforme o levantamento, 76% dos brasileiros com acesso à internet têm algum bicho de estimação em casa –61% consideram o bichinho um. integrante da família. Cães são maioria nos lares  (79%), seguidos pelos gatos (42%) e pássaros (17%). Mas também há peixes (13%), tartarugas (6%) e roedores (5%) no ranking.

Para os tutores, as prioridades são oferecer alimentação saudável (79%), cuidados com a saúde (79%) e confortos para dormir (58%) – 23% disseram que o animal costuma dormir no mesmo quarto que o dono. Também entram nessa lista passeios (55%), atividades físicas (47%) e banhos em casa (46%).

Entre os entrevistados, 52% disseram comprar ração premium –mais adequada para o porte e a raça–, 37% afirmam que os pets sempre tomam banho em pet shop e 13% fazem tratamentos estéticos com frequência.

Os produtos e serviços mais adquiridos são rações (88%), xampus e condicionadores (57%), petiscos (52%), medicamentos e vitaminas (50%) e brinquedos (44%). Entre os mais procurados estão vacinas (63%) e idas ao veterinário (44%).

Conforme a pesquisa, o gasto mensal aumenta para R$ 224 entre os consumidore das classes A e B, e as despesas representam até 10% da renda familiar para quem recebe até dois salários mínimos. Apenas 8% dos entrevistados associam seus pets a gastos financeiros.

Além de medicamentos, banhos, tratamentos estéticos, tutores também gastam com passeadores de cachorros (13%), tratamentos dentários (9%), tratamentos contra obesidade (8%), acompanhamento comportamental (8%), adestramento (7%) e idas a creches (7%).

Questionados sobre o que gostariam de adquirir para o bichinho, mas não fazem por questões financeiras, os responsáveis apontaram planos de saúde (33%), serviços de spa (23%), assinaturas mensais de caixas com brinquedos (20%) e idas frequentes ao veterinário (20%).

Para Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil, o tratamento humanizado dos pets  abre oportunidades de negócios. “A composição da cesta de compras dos donos de animais de estimação está mudando. É cada vez maior a demanda por cuidados especializados, além de produtos que atendem às características específicas dos animais.”

Segundo o SPC, foram ouvidos 796 consumidores em primeiro  levantamento para identificar tutores. Depois,  outra pesquisa foi feita com 610 casos para identificar as características de  quem tem  animal de estimação. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais  no primeiro levantamento e de 4 pontos para o segundo. O intervalo de confiança é de  95%.

Fonte: SNA – POR LÍVIA MARRA

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