6 fev, 2018
por Daniel Geraldes
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Acúmulo de carga é resultado da ausência de fiscais nos embarques à China

Frigoríficos brasileiros enfrentam dificuldades na virada de ano.

As indústrias de carne suína do Brasil seguem à espera da reabertura do mercado da Rússia, fechado desde dezembro. No entanto, além desse embargo, outro problema surge: o embarque à China.

Em razão da ausência de fiscais agropecuários federais autorizados a assinar o certificado sanitário exigido por Pequim, um abatedouro da Aurora (Chapecó/SC) e um da Pamplona (Rio do Sul/SC) já são afetados pelo acúmulo de carga.

O problema aconteceria em razão de uma combinação negativa entre a aposentadoria e o período de férias de fiscais lotados nas plantas. No último ano, os chineses ficaram na terceira posição entre os principais destinos da carne suína exportada pelo Brasil, respondendo por 6,5% dos embarques.

Procurado, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF), José Luís Vargas, admitiu o problema, mas disse que a questão já está sendo contornada.

O governo brasileiro já enviou a Pequim uma lista atualizada dos fiscais que podem assinar o certificado exigido pelo país. A expectativa é que, após as queixas dos exportadores ao ministério, a atualização da lista seja oficializada dando alívio à Pamplona e à Aurora.

Fonte: Valor Econômico

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