17 ago, 2021
por Daniel Geraldes
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Corantes – Pet Food

Corantes – As inovações e os investimentos continuam sendo para as soluções naturais

Classificados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, 2009) como aditivos sensoriais, os corantes são responsáveis pelas características visuais dos alimentos, por essa razão adicionados intencionalmente para melhorar a aparência das rações já que podem apresentar variações na sua coloração devido as matérias-primas, acarretando inclusive em variações na cor dos lotes, podendo gerar, apenas pelo seu visual, interpretações negativas do consumidor quanto à qualidade do produto, por isso, as cores são usadas para atrair efetivamente os tutores, já que os pets, como os cães, não conseguem visualizar o mesmo espectro de cores dos humanos.

Em 2018 a Euromonitor divulgou pesquisa sobre o setor pet care no Brasil e um dos aspectos observados foi que os consumidores estão analisando com mais cuidado os ingredientes e as origens dos produtos que compram, principalmente em relação aos alimentos, que quanto mais se assemelharem a alimentos humanos ou contiverem ingredientes familiares, melhor.

Foco nos corantes naturais

Com domínio tecnológico no desenvolvimento dos corantes sintéticos obtidos por síntese orgânica, a empresa Vogler tem como foco investir nas soluções de corantes e ingredientes naturais obtidos de fontes diversas como cúrcuma, urucum, batata doce, beterraba, folhas, entre outras, colorindo e tornando a rotulagem mais “limpa” e reduzida em relação aos ingredientes sintéticos. “Esta demanda se relaciona à crescente preocupação e maior atenção à saúde do pet, seguindo a mesma tendência para alimentação de humanos”, observa Ana Lúcia Barbosa Quiroga, do Centro Tecnológico da Vogler.

A escolha dos corantes, explica Ana Lúcia, é determinada por fatores tecnológicos, como por exemplo, estabilidade na base a ser aplicada, custo/dosagem, adequação na formulação em função das características dos ingredientes e, também, o material de embalagem, que pode ser um barreira para a manutenção da estabilidade da cor. “Vamos manter nossos investimentos em corantes e ingredientes naturais, aliando tecnologia na aplicação, de acordo com cada tipo de alimento, processamento e tipo de embalagem”, afirma.

Atenção às demandas do mercado

Avaliando o seu portfólio de corantes e as demandas do mercado, a Química Anastácio estuda, em breve, trazer novidades, já que trabalha sob a demanda do mercado e dos projetos dos seus clientes. Atualmente, a empresa trabalha com os corantes brancos, conhecidos como dióxido de titânio produzidos a partir do dióxido de titânio bruto, classificados como corante de fonte sintética.

O Supervisor de Vendas da Divisão Nutrição e Saúde Animal da Química Anastácio, Rafael Rachel, afirma que o segmento de nutrição animal, tal qual o da nutrição humana, está sob forte pressão da nova geração de consumidores que busca por produtos mais saudáveis e sustentáveis. “Neste contexto os corantes de origem natural, de cores diversas, possuem uma maior demanda de desenvolvimento para os próximos anos. Acreditamos que a mudança do perfil do consumidor impulsionou verticalmente esta evolução nos últimos anos, principalmente pela humanização dos pets e, consequentemente, a equalização da qualidade dos corantes para nutrição humana e nutrição animal. Em nossa empresa temos um processo robusto de qualidade, trabalhando somente com fabricantes que atendam as normas locais e internacionais de qualidade e segurança alimentar”, ressalta.

O objetivo da Química Anastácio para 2021 é aumentar o portfólio de produtos ofertados para o segmento de nutrição animal e nos próximos anos consolidar a sua participação no segmento.

Em seu portfólio de corantes, a empresa SweetMix disponibiliza opções como o amarelo (crepúsculo e artrazina,) e o vermelho (allura, bordeaux e ponceau) que são bastantes procurados pelo mercado. Tem também o azul nas variações brilhante e indigotina, além do caramelo líquido e em pó. “O caramelo é oferecido para as empresas que desejam levar aos seus produtos o apelo ao “natural”, já que os tutores estão em busca de produtos que agreguem saúde e bem-estar aos pets. A alimentação animal passou por uma evolução visível nas últimas décadas. As rações coloridas ou em formatos diferentes são extremamente atrativas e influenciam na decisão de compra dos tutores. Além disso, os alimentos industriais, hoje, são associados à alimentação saudável, equilibrada e, principalmente, prática. Com isso, os corantes ganharam evidência, agregando diferencial ao alimento”, reforça Gicélia Ferreira, Responsável da Divisão de Feed da SweetMix. A empresa segue otimista em relação aos negócios e pretende em 2021 obter crescimento nos negócios. “O Brasil é o terceiro maior país em população de animais de estimação no mundo, esses números demonstram o potencial deste setor na economia brasileira. As expectativas para os próximos anos também são positivas, pois o perfil das famílias brasileiras mudou, hoje o animal de estimação é considerado membro da família, aumentando cada vez mais os cuidados e investimentos em seus pets.”

Avanços tecnológicos e novas técnicas de extração

O Diretor Industrial da Colorall, Luiz Augusto Ferreira explica que o avanço tecnológico e a descoberta de novas técnicas de extração permitiram à empresa obter seus pigmentos de diversas fontes, criando uma variedade de cores e possibilidades que substituem, de forma eficaz, os corantes de origem sintética e artificial, garantindo a mesma estabilidade e qualidade. “Atualmente, contamos com um portfólio de produtos bem amplo, tendo corantes à base de urucum, cúrcuma, betacaroteno, caramelo, carmim de cochonilha, clorofila, beterraba, cenoura, espinafre, tomate e algumas antocianinas. São pigmentos obtidos de fontes de origem vegetal, encontrados facilmente na natureza, com exceção do carmim, que é um corante de origem animal. Estamos trabalhando no desenvolvimento de um substituto natural do corante artificial tartrazina, também conhecido como amarelo ‘ovo’, por ser um corante ainda muito utilizado pela indústria, porém, potencialmente prejudicial à saúde.”

A Colorall investiu recentemente R$ 600.000,00 na modernização de suas linhas, garantindo mais tecnologia na produção e controle dos processos. Também ampliou seu laboratório de controle de qualidade e P&D, que são etapas fundamentais na garantia de qualidade e inovação de produtos, além disso, investiu na verticalização da sua principal matéria-prima, o urucum, plantando mais de 60 mil pés em uma área de 55 hectares, no estado de Rondônia.

Seguindo a tendência do mercado, na busca pela oferta de produtos saudáveis e sustentáveis, a Colorall está atenta às novas demandas, que exigem a atualização do negócio de forma rápida, acompanhando sempre as modificações no comportamento do consumidor, que busca garantir qualidade na alimentação do animal. “Para isso, estamos investindo em tecnologia, controle de qualidade e sustentabilidade, em todos os níveis da nossa cadeia produtiva. A expectativa é de conquistar uma fatia considerável deste segmento, com o aumento nas vendas de corantes para alimentação pet, em mais de 25%, ainda este ano. Sempre que falamos em alimentação animal, temos que levar em conta dois públicos que precisam ser conquistados: o dono do pet e o animal em si. Para tanto, entendemos a necessidade em fornecer produtos que atendam a indústria de nutrição animal, garantindo a ela soluções que resistam aos processos industriais, sem comprometer a qualidade final do produto, além de contribuir para o aspecto visual que se espera de um corante. E a indústria, por sua vez, que possa agregar ao seu produto, ingredientes de qualidade, que atendam todas as exigências nutricionais de cada animal”, afirma Luiz Augusto.

Corantes já homologados para a nutrição humana

A empresa de corantes Saporiti tem como primícia ofertar para o setor de nutrição animal as soluções que já foram homologadas para a nutrição humana, demonstrando o cuidado que tem com o mercado pet food. “Ofertamos corantes artificiais, naturais e formulamos cores seguindo o conceito taylor made, ou seja, feitos sob demanda. Agora estamos estudando a aplicação, em rações, de corantes naturais resistentes à extrusão já que a tendência indica a utilização destas soluções uma vez que os tutores procuram produtos com mais características de saudabilidade e que possam ajudar na longevidade de vida do animal de estimação. Também estamos investido no estoque regulador e na auditoria de qualidade dos nossos fornecedores”, cita o Supervisor de Vendas da área de Nutrição Animal da Saporiti, Diego Amorim.

Especialista na extração e aplicação do corante urucum

A DAXIA investe há muitos anos na pesquisa e desenvolvimento de corantes naturais, além de outras especialidades e concentrados vegetais atrelados às tendências e inovações do mercado. Para isso, foi implementada uma planta industrial de extração de corantes. Trata-se de uma área que recebe constante investimento da empresa que busca ampliar o seu portfólio para o mercado de nutrição animal.

Os corantes naturais da DAXIA são extraídos de fontes naturais (de origem animal ou vegetal), como folhas, sementes, raízes, vegetais e cochonilha. Já os corantes idênticos aos naturais possuem estrutura química semelhante a dos corantes de fonte natural, mas são sintéticos; enquanto os corantes artificiais são produzidos a partir de reações de diversos químicos orgânicos e submetidos a processos adequados ao seu emprego em alimentos.

Na linha DAXCOR composta por corantes naturais e idênticos aos naturais são disponibilizadas as opções antocianina, betacaroteno, caramelo, clorofila, cúrcuma e urucum (em 2015 a empresa criou uma planta voltada à extração do urucum e se tornou especialista deste corante); os mixes de vegetais compostos por beterraba, cenoura, espinafre e tomate, e os corantes artificiais como os amarelos crepúsculo e o tartrazina, os azuis brilhante e indigotine, o dióxido de titânio, marrom, roxo açaí, verde folha e os vermelhos allura, eritrosina e ponceau, atendendo assim as mais diversas demandas do mercado de nutrição animal.

A empresa ressalta que os corantes naturais têm cada vez mais importância por serem produtos que trazem identidade e atratividade aos alimentos, além de não impactarem nos aspectos nutricionais. Uma demanda que, segundo a DAXIA, se deve em virtude da humanização dos animais de estimação e a preocupação dos tutores em buscar alimentos mais naturais, resultando em benefícios funcionais.

Para os próximos anos, a empresa pretende continuar investindo nas linhas de corantes naturais e em planta de extração, além do desenvolvimento de outras especialidades, atendendo às demandas com produtos inovadores.

Mais de 100 anos de experiência em corantes naturais

A divisão de corantes naturais Chr Hansen se tornou uma empresa independente e agora faz parte do Grupo EQT e passa a ser chamada de Oterra™. Também foi anunciado o primeiro investimento estratégico com a aquisição do SECNA Natural Ingredients Group S.L., um movimento que apoia os planos de oferecer o melhor de corantes naturais ao mercado.

Para a nutrição animal o fornecedor disponibiliza uma paleta de cores naturais. Do amarelo brilhante ao laranja sutil, passando pelo verde ao vermelho e marrom. A Oterra investe em corantes em conformidade com os alimentos para animais de estimação, mantendo a qualidade com que desenvolve para os alimentos humanos, com comprovada resistência ao calor, luz e oxidação. O portfólio atende várias aplicações, dos alimentos secos aos úmidos, passando pelos petiscos.

“O mercado pet food procura alternativas aos corantes artificiais e ao óxido de ferro para obter o apelo visual associado a um sabor de carne suculenta, ao mesmo tempo que se adapta à tendência de usar ingredientes de fontes naturais. Carmine, de cochonilha, por exemplo, é uma alternativa de origem natural estável, no entanto, se a procura é por uma opção de cores a base de vegetais há os novos ColorFruit® Pet Reds, que são baseados na Hansen Sweet Potato™ – uma nova variedade de batata doce que criamos. A solução fornece tons brilhantes de vermelho, estáveis e 100% vegetais, sem sabor residual e já obteve importantes reconhecimentos mundiais. No ano passado, por exemplo, no Brasil, foi eleito o terceiro ingrediente mais inovador do mercado, de acordo com o FI Awards”, conta a Gerente Global da Oterra, Rikke Frandsen.

Ainda sobre os corantes naturais, Rikke conta que o uso deles indica que se trata de uma ração premium, já que as tendências na alimentação humana também estão se afastando das cores sintéticas. “Os corantes naturais serão uma forma de ajudar os fabricantes de alimentos para animais de estimação a corresponderem à percepção dos tutores, de que é natural e atraente, sem comprometer o apelo visual.”

Com mais de 140 anos trabalhando com cores de origem natural, a Oterra esclarece que pode ajudar o cliente em todo o processo, desde as últimas tendências e seleção de cores ideais até orientação regulatória e implementação final em seu processo de produção. “Há cinco anos decidimos nos concentrar na indústria de alimentos para animais de estimação. Oferecemos um portfólio totalmente em conformidade com a regulamentação local, incluindo registros de ração de fábrica e normas de segurança. Estamos continuamente ampliando o conhecimento para desenvolver novos produtos para os alimentos úmidos, secos e petiscos. A demanda do consumidor por ingredientes simples e naturais na alimentação animal é forte, e vemos um interesse crescente por corantes naturais. Nosso objetivo é apoiar a indústria de alimentos para animais de estimação no uso dos corantes naturais e seguir tendências impulsionadas pelas demandas regulatórias e dos consumidores. É uma jornada muito ambiciosa! Pretendemos alcançar um crescimento de dois dígitos”, analisa Rikke.

Um novo fornecedor

Firmando parcerias com importantes players do mercado, a OXQuim, que atua desde 1996 no segmento food, entrou em 2020 no mercado de nutrição animal disponibilizando corantes naturais produzidos a partir de matérias-primas vegetais, especialmente à base de milho e açúcar. “Nossos corantes são produzidos a partir de compostos orgânicos que quando reagem produzem a molécula dos corantes e formam uma cor característica e específica. Disponibilizamos opções como o vermelho (ponceau e allura), amarelo (crepúsculo e tartrazina), verde (folha, musgo e apple), caramelo, entre outros. “O segmento feed nos deixa bastante entusiasmados por ser de suma importância e muito promissor, nos induzindo a buscar novidades. Outra tendência muito observada são os alimentos gourmets que são produzidos nas datas comemorativas (como Natal e Páscoa) e trazem novidades como ovos, panetones, chocolates finos coloridos e outros. Essa alimentação natural/gourmet implica de forma positiva no nosso setor, pois fornecemos nossos corantes naturais para a produção destes alimentos. Estão em análise novos corantes naturais que contam com substâncias extraídas de frutas, legumes, especiarias, ervas e outras substâncias naturais, que são as grandes tendências para este mercado, gerando grandes expectativas de crescimento”, conta a Gerente Comercial Nacional da OXQuim, Helena Soares.

Em 2020, a empresa investiu cerca de 6% do seu faturamento na área de corantes e obteve um retorno de 12% do total de vendas. O setor feed é o foco da OXQuim para os próximos 5 anos. “Nossas pretensões se baseiam em continuar investindo neste segmento, entregando ótimas condições e um alto padrão em nossos ingredientes”, finaliza Helena.


Aumento na demanda por alimentos naturais para animais de estimação faz indústria repensar o uso do corante artificial

Veterinária especialista em nutrição de cães e gatos esclarece se o componente representa algum risco para a saúde dos pets

“Observamos que a tendência é que as pessoas se tornem cada vez mais conscientes das necessidades dos pets, estejam dispostas a gastar mais dinheiro com eles e, principalmente, apostem em produtos/ingredientes mais naturais, pois acreditam que isso fará com que os animais vivam mais”, explica Mariana Monti, veterinária especialista em nutrição de cães e gatos e coordenadora de Pesquisa & Desenvolvimento da Special Dog Company. E isso, segundo a especialista, inclui a preocupação com o uso de corantes artificiais. “É uma tendência de mercado, de um nicho específico de indivíduos, que não aceitam que os produtos tenham corante.”

Mas, afinal, corante artificial oferece algum risco para a saúde dos pets?
De acordo com a veterinária, não há evidência científica consolidada que comprove o que realmente é melhor. Não temos estudos demonstrando que nas doses recomendadas, os corantes sejam prejudiciais à saúde dos cães e gatos. Não podemos afirmar que fazem mal.  A literatura está mais avançada para estudos com humanos e apesar de alguns serem inconclusivos, outros demonstram que alta ingestão diária para as crianças em fase de desenvolvimento é prejudicial”, afirma.

E por que então a indústria de pet food utiliza corantes? 
A resposta é: devido à variação na coloração das matérias-primas (grãos e demais), que tem como consequência variações na cor dos lotes, e pode ser interpretada de modo negativo pelo consumidor quanto à qualidade do produto.  Levando em conta que o aspecto visual é fundamental para a seleção e escolha de um produto, ainda são muitos os proprietários influenciados pela cor da ração na tomada de decisão. “Por isso, tantas indústrias ainda fazem o uso do corante artificial, para melhorar a aparência e aceitabilidade do produto pelo proprietário.”

As cores fazem diferença para o animal?
Para muitos tutores, ao abrir uma embalagem é interessante ver o “verde” que representa os legumes, o “vermelho” da carne ou o “amarelo” que seria o frango, mas os cães não conseguem visualizar o mesmo espectro de cores: eles só possuem os cones azul e vermelho, os verdes não estão presentes. DesTa forma, as cores ficam mais apagadas, porque para suprir a ausência do verde, o cérebro do cão completa a imagem com cinza. “Os corantes só são adicionados para atrair os proprietários.  E se eles não agregam nenhum valor nutricional, e talvez possam fazer mais mal do que bem, o quanto vale a pena arriscar?  Quanto realmente esse tipo de demanda dos clientes são benéficas para cães e gatos?”, questiona Mariana.

A indústria, no geral, prefere o uso dos corantes artificiais por serem mais resistentes aos efeitos do processamento (mais estáveis) e por possuírem maior poder colorífico (de colorir):  enquanto a dose a ser utilizada é de 2-4 kg de corante natural por tonelada de produto acabado, a dosagem de um corante artificial é de 5 à 15 vezes menor – de 150 – 800g/tonelada. Se por um lado, a utilização de corantes artificiais é mais barata, sobrando custos na formulação para adição de outros ingredientes funcionais, por outro, o padrão da alimentação dos humanos é bem diferente da alimentação dos cães e gatos, pois enquanto os humanos possuem diversidade no cardápio, que inclui ampla gama de ingredientes que podem minimizar suposto malefício do corante, os cães não possuem tamanha variedade. “Logo, se temos a oportunidade tecnicamente de poder buscar ingredientes mais naturais, sustentáveis e saudáveis, por que não o fazer?”

Um ponto para ser discutido, segundo a veterinária, é a maneira de comunicar isso ao proprietário. “Com certeza o caminho correto é não reforçar aos clientes conceitos errôneos, por exemplo, o de que corantes prejudicam a saúde dos cães e gatos. Muitas indústrias passam por cima do que é correto tecnicamente, para ‘vender mais a qualquer custo’, criando argumentos inadequados e criando demandas para esses nichos, alerta.

A Special Dog Company lançou recentemente uma versão sem corantes artificiais do alimento seco para cães no sabor Vegetais: a Special Dog Vegetais Pró. A novidade chegou ao mercado para atender à demanda dos consumidores que buscam por um estilo de vida cada vez mais natural para seus pets. “As rações nesse sabor costumam ter corantes para diferenciar os grãos, que simulam alguns tipos de vegetais, como cenoura, batata e espinafre. Sempre utilizamos corantes aprovados para a alimentação humana, ou seja, que não causam nenhum dano à saúde do pet. De qualquer forma, decidimos criar uma opção para quem não quer oferecer nenhum tipo de corante artificial para o animal de estimação, comenta Marcos Tavares, gerente de vendas da empresa.

PUBLICAÇÃO EXCLUSIVA DA REVISTA PET FOOD
PROIBIDO A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DO ARTIGO ACIMA SEM AUTORIZAÇÃO DA EDITORA STILO.

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