30 abr, 2021
por Daniel Geraldes
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Exportação – Farinhas de Origem Animal

Reino Unido: novas certificações sanitárias abrem caminho para exportação de produtos da reciclagem animal brasileira

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA) da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), publicou ofícios circulares que garantem a exportação de produtos de reciclagem animal para o Reino Unido. Foram seis novos Certificados Sanitários Internacionais (CSIs), que representam a abertura de mercados para as indústrias brasileiras.

Agora, o setor está habilitado para exportar: proteínas hidrolisadas; ossos de couro (dog chews); proteínas animais transformadas; gelatina e colágeno (não destinados ao consumo humano); alimentos transformados e subprodutos animais utilizados na fabricação de pet food.

Os associados ABRA já receberam as informações detalhadas por e-mail.

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Luísa Schardong, jornalista, MTB/RS 0018094

Em reunião extraordinária, CAMEX confirma representação presencial da ABRA na VIV Rússia

A Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) da ABRA realizou a segunda Reunião Extraordinária do ano, nesta terça-feira (24). O Presidente Executivo, Decio Coutinho, coordenou a pauta, ao lado do Presidente da CAMEX-ABRA, Charbel Marques Syrio (A&R). O presidente do Conselho Diretivo da Associação, Pedro Bittar, acompanhou o debate.

Destaque para a confirmação da participação presencial da equipe ABRA na Meat & Poultry Industry Russia 2021 Moscow (VIV Rússia), que acontecerá entre os dias 17 e 19 de maio, após liberação oficial do governo russo. A notícia foi motivo de comemoração, já que o país é visto como um mercado de grande potencial de exportação pelo setor de reciclagem animal. Com o aval oficial para a entrada da equipe, a ABRA se fará presente na Feira de forma quase que exclusiva, dado que apenas as comitivas italiana, polonesa e, agora, brasileira foram autorizadas a entrar no evento.

Aproveitando a oportunidade de divulgação dos produtos nacionais, a ABRA apostou na criação de estande e materiais promocionais personalizados – todos em russo. O espaço também contará com o apoio de duas tradutoras, além de área destinada à videoconferência para o contato direto com o associado procurado pelo visitante do estande, atividades organizadas pela coordenação de Promoção Comercial da ABRA.
O evento será transmitido ao vivo (via plataforma Google Meet) para todas as empresas que participam do Projeto Brazilian Renderers que desejarem acompanhar as movimentações no estande e realizar negócios. Todas as informações de acesso serão encaminhadas por e-mail.

Planejamento Estratégico ABRA-Apex Brasil
O preenchimento de questionários para Priorização de Mercados 2022-2023 e o Planejamento Estratégico ABRA-Apex Brasil também entraram na pauta. A equipe de Inteligência Comercial da ABRA encaminhará os documentos, que devem ser respondidos pelos associados, cumprindo exigências da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para que seja possível a renovação do Projeto Brazilian Renderers.

Asia Pacific PreConnect
Por fim, foi confirmada a participação da ABRA na Asia Pacific PreConnect, que será realizada virtualmente. A feira tem como objetivo introduzir a VIV Asia 2021, na Tailândia (adiada para janeiro de 2022), e preparar as empresas que participarão do evento.

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Luísa Schardong, jornalista, MTB/RS 0018094

Estudo mostra o potencial de exportação do Brasil para a Coreia do Sul

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou, na terça (27), o estudo “Brasil e Coreia do Sul: Complementariedade que merece amplo acordo”, em reunião da Comissão de Relações Internacionais do Instituto Pensar Agro (IPA).

O documento mostra o potencial de aumento nas exportações de ao menos 41 produtos agropecuários do Brasil para o país asiático, podendo o número de produtos com tal potencial chegar a 250. Mas a entrada no mercado sul-coreano, na avaliação da CNA, será possível apenas com um amplo acordo.

“A Coreia do Sul é o primeiro país para a abertura da Ásia ao Brasil. Trabalhar com a Coreia é um passo significativo porque é um país com uma economia desenvolvida, de alto poder aquisitivo e grande importador de alimentos. Mais entidades precisam se engajar porque é uma discussão muito importante, por isso, contem com a CNA”, destacou a diretora de Relações Internacionais da Confederação, Lígia Dutra.

O assessor técnico da Diretoria de Relações Internacionais da CNA, Pedro Rodrigues, afirmou que a Coreia do Sul é a 7ª maior economia do leste da Ásia e Pacífico, em relação à renda per capita, e um mercado importante para novos produtos, com uma população de 51,7 milhões de habitantes.

“Não há dúvidas de que um acordo de livre comércio traga mais competitividade ao Brasil no mercado sul-coreano. Acordos como esse são importantes para o Brasil enquanto economia porque elevam o patamar do País nas cadeias globais de valor.”

Segundo o estudo, mais de 50% das exportações brasileiras com destino ao país fazem parte do acordo agrícola, com destaque para produtos como farelo de soja, milho, álcool etílico, soja em grãos e carne de frango in natura. A Coreia do Sul tem hoje 15 acordos comerciais em vigor e um já negociado, porém ainda não em vigor com o Reino Unido.

Como encaminhamento, a Comissão de Relações Internacionais do IPA irá ampliar as discussões convidando outras entidades e órgãos do governo como o Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério da Economia para discutir o tema.

Fonte: Notícias Agrícolas

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